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| Quarta-feira de Cinzas em Diogo Lopes |
A tradição foi mantida. A quarta-feira
de cinzas em Diogo Lopes mais uma vez confirmou que o compromisso com a
comunidade praiana vai além do discurso. O público compareceu, participou e fez
a festa com as Bandas Swing7, Jair Doce Pecado e Lucas
Boquinha. As imagens registradas não deixam margem para dúvida: houve
movimentação, presença popular e animação.
O recado está dado
O carnaval de Macau mostrou que é possível realizar a festa sem a lógica de
gastos exagerados que marcou a gestão passada. Os municipios potiguares criaram a
ideia de que só havia carnaval com cifras infladas, contratos milionários e
estruturas de alto custo. na prática, Macau demonstrou o contrário. Sem repetir o
modelo de despesas elevadas, o folião foi às ruas, ocupou a avenida, a Praia, a
Praça da Conceição e Diogo Lopes.
Sobre o trio elétrico
Não houve trio elétrico de R$ 300 mil. E aqui está o ponto central da crítica aos gestores: quando o evento depende exclusivamente de grandes contratos, a
conta chega depois — e quem paga é o município. Desta vez, optou-se por
paredões de grande potência com as mesmas atrações que estariam na avenida. A
festa aconteceu, o público participou e não há notícia de comprometer áreas
essenciais da administração para sustentar uma estrutura cara.
Moral da história
É preciso separar análise de paixão
política. O carnaval da prefeita Flávia Veras não foi inferior em atrações
quando comparado ao modelo da gestão anterior - que gastou em torno de R$ 200 mil reais numa atração musical que não acrescentou nada a folia salineira - mas, o reinado de momo de 2026, se mostrou superior ao passado na organização
estrutural e, sobretudo, na responsabilidade fiscal. A Praça da Conceição, com
ornamentação diferenciada, recebeu um dos maiores públicos dos últimos anos,
sinalizando que planejamento e criatividade podem substituir ostentação.
A gestão anterior apostou na grandiosidade como vitrine política. A atual sinaliza que é possível fazer diferente, priorizando equilíbrio financeiro. No fim das contas, o que sustenta o carnaval não é o valor do contrato, mas a presença do povo e a garantia de que o município continua funcionando, com serviços e insumos assegurados para atender às necessidades da população salineira no dia a dia.
As imagens demonstram um folião alegre, vibrante e curtindo seu carnaval como ele merece:


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