É Pêia Macau: é o grito de guerra na reivindicação dos trabalhadores salineiros

Frase criada pelo grupo do prefeito TLemos, após ganharem eleição em Macau,  tem sido utilizado como GRITO DE REVOLTA pelos participantes do 6º protesto nas ruas salineiras, no ano de 2017.

Na manhã de Hoje,05, funcionários públicos municipais saíram às ruas da cidade para  reivindicarem salários atrasados e gratificações que foram retiradas, além de apresentarem uma realidade administrativa que não condiz com o discurso do prefeito e seus assessores.

Saúde

Uma vez que funcionários da saúde dizem que falta remédios, médicos, exames, dentistas, comida no HAF e falta de manutenção de limpeza nos setores de saúde por não ter ASG em suas funções.

Educação

Já os professores cobram respeito com o pagamento dos ativos e inativos da categoria e apresentam uma cena administrativa educacional que não acontecia na cidade a mais de 20 anos. Nesse momento os professores alertam para falta de professores, escolas fechadas sem cumprir o calendário escolar, pais de alunos realizando limpeza nas escolas por falta de ASG, falta de auxiliares de salas, ônibus escolar sem funcionar, falta de merenda e material de expediente.

Motoristas

Cobram salários atrasados – alguns com 4 meses de atraso – muitos cobram diárias retiradas da categoria e refeições para viagens na capital.

Cultura

Músicos da Filarmônica Municipal cobram 4 meses de salários atrasados, além do respeito aos músicos que viajam à serviços por todo interior do RN e não recebem alimentação e dormitório apropriado para os mesmos.

Esporte

Macauenses cobram ações efetivas nas praças esportivas onde o estadio Walter Bichão se encontra literalmente abandonado com o campo parecendo parque de vaquejada, além das praças esportivas do Porto S Pedro e Barreiras completamente abandonadas.

Câmara Municipal de Macau

Diferentemente do que acontece n`outros centros legislativos do RN – que apresentam nota em defesa e apoio dos trabalhadores de suas cidades – o legislativo macauense se comporta na contra mão da história; dos 13 vereadores, apenas Kekel, Italo Mendoca e Claudio Gia estiveram presentes nesse movimento que busca salários atrasados e valorização trabalhistas aos profissionais municipais

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